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quinta-feira, 19 de março de 2020

60ª produção

FOI PARA ISTO O 25 DE ABRIL
Performance poética e Musical
Coprodução do CITEC e SAX & Cª

A poesia e a música, quando aliadas, proporcionam a melhor dr todas as armas: a canção.
Neste espectáculo celebra-se a Revolução evocando poemas e canções que percorrem momentos marcantes da história recente de Portugal.
Cantam-se os desejos e angústias de quem vivenciou o medo, sentiu a guerra e esteve sob censura. Celebra-se a liberdade. Mas também se o sentimento da incerteza trazido pela mudança e, por fim, a esperança no futuro.
"E foi para isto o 25 de Abril" é fruto da memória colectiva, um convite à reflexão, uma provocação para manter o espírito de luta pelos valores e ideias de uma sociedade livre.


Ficha Técnica
Selecção de textos poéticos e musicais: Deolindo Pessoa e João Calha
Arranjos musicais: Bruno Abrunheiro e João Calha
Músicos: Voz - Cátia Montemor; Percussão - João Jesus; Sax Soprano - Bruno Abrunheiro;  Sax Alto - Liliana Ferreira; Sax Tenor - João Calha; Sax Barítono - Pedro Balhau
Interpretação dos poemas: Judite Maranha e Carlos Cunha
Coprodução do Sax & Companhia e do CITEC que teve a sua primeira apresentação no 21 de Abril de 2017.

59ª produção

OS EMIGRANTES
de Slawomir Mrozek


Dois homens, dois emigrantes.
Dois mundos e duas formas de vidas bem diferentes.
Dois homens com muitas ilusões e desilusões, angústias e saudades.
Duas vidas com muitas disputas e mais disputas.
Duas vidas onde também é importante ter que comer.
Dois homens bem diferentes, mas iguais quando submetidos ao poder.
Dois homens emigrados com sonhos desfeitos.
Dois homens, dois actores e dois grupos.





FICHA TÉCNICA
Versão portuguesa: João Lourenço
Dramaturgia e Encenação: Deolindo L. Pessoa
Interpretação: Carlos A. Cunha e Rui Almeida
Cenografia: Zé Tavares
Figurinos e Adereços: Ofélia Mascarenhas
Desenho de luz: Guilherme Barbosa
Sonoplastia e Edição de Vídeos: A. Leal
Fotografia: Jorge Valente
Design gráfico: Vanessa Marques
Direcção de Cena e construção da cenografia: António Rui Santos
Operação de Luz e Som: Guilherme Barbosa e Luís Vicente
Montagem: Guilherme Barbosa, Luís Vicente e Ricardo Santos
Assistência de Produção: Ofélia Mascarenhas
Produção executiva: António Rui Santos
Coprodução: CITEC – Centro de Iniciação Teatral Esther de Carvalho e Trailaró – Teatro ACSS

Estreia: 18 de Março de 2017

quarta-feira, 26 de abril de 2017

58ª produção

RIO DE PALAVRAS
Performance Poética
Produção realizada a convite do Festival Rebuliço para ser apresentada durante um passeio de barco pelo rio Mondego.


Alinhamento de momentos poéticos tendo como mote os rios e de uma forma muito particular o Mondego, bem como a água, o mar e o amor.
O espectáculo de poesia decorre entre conversas muito variadas, olhares dispersos pela paisagem, disparos múltiplos para registar o momento e cumplicidades diversas.
A música será o elemento agregador das histórias contadas e dos vários momentos poéticos desta performance. Cada momento será ligado a um tema musical.
O barco é o cenário, mas não há um palco nem uma plateia. Tudo é palco e plateia, todos podem ser espectadores e intérpretes.
Todos juntos numa conversa desfrutam o rio e a paisagem, e talvez à volta de uma bebida escutam as palavras dos poetas que cantam tudo isto.
Há um alinhamento, mas o pulsar de cada momento da viagem será determinante para a evolução da performance. É um desafio para todos os participantes.
Ficha técnica
Concepção e direcção: Deolindo L. Pessoa
Intérpretes: Andreia Teixeira, António Rui Santos, Carlos A. Cunha e Maria José Costa.
Produção: CITEC – Centro de Iniciação Teatral Esther de Carvalho

Estreia: 27 de Julho de 2016.

57ª produção

MOMENTOS MARADOS
Esta nova produção teatral do CITEC é criada a partir de textos de Philippe Absous e Karl Valentin, com uma referência a Luís Sttau Monteiro. São quatro histórias, que resultam de cruzamentos e referências múltiplas, onde de alguma forma todas as personagens sentem “saudade de certos momentos” da sua vida ou de certos momentos com as “pessoas que passaram por ela”.
“Em certos momentos, os homens são donos dos seus próprios destinos.” Estas palavras de Shakespeare podem descrever bem esta nova produção do CITEC, mas o que é mesmo certo é que foram inspiradoras para a criação de algumas das personagens.
Um pensamento subjacente às quatro histórias é que “a vida é uma peça de teatro que não permite ensaios”, como disse Charles Chaplin. Porém,  também se deseja que perpasse o humor e que se “cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”.
Quadro 1 - Lamúrias com Andreia Teixeira e António Rui Santos

Quadro 2 - Sonhos a Tocar Tambor com Carlos A. Cunha e Maria José Costa

Quadro 3 - Declaração de Amor com António Rui Santos e Carlos A. Cunha

Quadro 4 - Todos em Cena com Maria José Costa e Andreia Teixeira

Ficha Artística e Técnica
Texto: a partir de textos Philippe Absous e Karl Valentin
Dramaturgia e Encenação: Deolindo L. Pessoa
Elenco: Andreia Teixeira, António Rui Santos, Carlos A. Cunha e Maria José Costa.
Cenografia e Figurinos: CITEC
Desenho de luz: Guilherme Barbosa
Design gráfica: Vanessa Marques
Fotografia: Jorge Valente
Sonoplastia: A. Leal
Operação de luz: Guilherme Barbosa
Operação de som: Ricardo Santos
Montagem: Guilherme Barbosa e Ricardo Santos
Produção Executiva: António Rui Santos e Carlos A. Cunha
Estreia: 14 de Maio de 2016

Balanço de 2015

 O ano de 2015 foi de grande turbulência interna, que resultou a falência de muitos projectos nos diferentes campos de acção no grupo.

56ª produção

UM CORAÇÃO REAL
de Luís Indruinas
Foi um projecto dirigido por Ricardo Correia, convidado para trabalhar com o CITEC, mas de que se realizou apenas uma leitura encenada.
A preparação da produção arrancou no inicio do mês de Maio e prolongou-se até ao final Julho de 2015, mas por razões externas ao grupo de trabalho a estreia foi cancelada e não se conseguiu voltar a reunir condições para a sua concretização.
Ficha técnica
Encenação de Ricardo Correia
Cenografia de Filipa Malva
Desenho de luz de Jonathan Azevedo
Interpretação de Carlos Cunha, Judite Maranha e Maria José Costa.
Leitura encenada em 25 de Julho de 2015 (dia do aniversário do CITEC).

domingo, 15 de novembro de 2015

Tributo nos 45 anos

Quando comemora os seus 45 anos o CITEC não podia deixar de prestar um singelo tributo a três dos seus elementos que contribuiram para o seu nascimento.
 
Participou na primeira apresentação do CITEC,
fazendo um entreacto entre as duas partes.

 Actor na primeira produção do CITEC.

Técnico na primeira produção e
Actor na segunda produção do CITEC.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

55ª produção

PRANTOS PARDOS
 

Nesta produção há seis actrizes para outras tantas mulheres retiradas da obra de Gil Vicente.  


Maria Parda continua uma alcoólica, mas deixou de andar de tasca em tasca e agora é a responsável pelas bebidas do bar de uma casa de diversão nocturna. O seu discurso saltita entre o real e o imaginário, cruzando momentos de lucidez com outros de perfeito delírio.
 
Brizida Vaz que em Gil Vicente dava as moças aos molhos e criava as meninas para os cónegos da Sé aqui é dona de um bar de diversão nocturna, onde muitas coisas acontecem e as mulheres procuram ganhar a vida desafiando os clientes a beber.

Branca é a mais nova todas e o alvo privilegiado de muitas iras. Tenta reagir de forma contida às situações em que se vê envolvida, mas por vezes sente-se incapaz de aguentar a situação em que se encontra por muito mais tempo. Fica mesmo à beira de abandonar os seus sonhos, por vezes.

Inês Pereira é mais rebelde e a que tenta romper com todas as normas estabelecidas. Quando obtém qualquer coisa perde logo o interesse para ela. Nunca recusa um novo desafio ou aventura, é uma insaciável e insatisfeita, que busca um mundo novo capaz de satisfazer todos os seus desejos.

Leonor Vaz é mais uma herdeira das alcoviteiras de Gil Vicente. É astuciosa e mistificadora, procura meter sempre um grão na engrenagem e sente-se bem a dizer mal de tudo e de todos. É bastante ambiciosa e considera-se melhor do que todas, capaz de realizar todos os seus desejos e agradar a toda a gente.

Mofina Mendes personifica o tipo de pessoa a quem tudo corre mal, por mais que se esforce e tente fazer tudo da forma mais adequada, de acordo com as normas vigentes. Sente-se sempre incompreendida e infeliz, nunca consegue realizar os seus desejos ou sonhos.

Nas falas e nos jogos das personagens há uma crítica social e a denúncia de males e imposturas existentes no presente e no passado. As queixas que são desfiadas são um espelho do momento, mas também um reflexo do passado e uma projecção para o futuro.
Num tom de comédia são abordados temas como a miséria, a fome, o desemprego, a emigração, o alcoolismo, entre outros, embora muitas vezes através do riso, para além de questões correntes do dia-a-dia.


 
Ficha técnica
Texto: criado a partir de autos de Gil Vicente
Dramaturgia e Encenação: Deolindo L. Pessoa
Elenco: Andreia Teixeira (Leonor Vaz), Ângela Frota (Mofina Mendes), Carlos A. Cunha (Montalvão), Joana Macias (Inês Pereira), Judite Maranha (Maria Parda), Maria São José (Brizida Vaz) e Vanessa Marques (Branca).
Cenografia e Figurinos: Filipa Malva | Desenho de Luz: Guilherme Barbosa | Sonoplastia: A. Leal | Apoio na Coreografia: Leonor Barata | Design gráfico: Vanessa Marques | Fotografia: Jorge Valente | Direcção técnica: Guilherme Barbosa | Montagem e operação técnica: Carlos Mendes, Guilherme Barbosa e Hugo Maranha | Costureiras: Lucilia Neto, Né Pessoa e Rosinda Pessoa | Direcção de cena: Carlos A. Cunha e F. Capinha Lopes | Produção executiva: F. Capinha Lopes
Produção: CITEC 2014
 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Balanço de 2014


 33 sessões realizadas com produções próprias.

 Nº de dias de ensaios e espectáculos por mês.

Sessões no Teatro Esther de Carvalho

Nº de representações em 2013 e 2014

domingo, 29 de junho de 2014

54ª produção

FARSANTES & FINGIDORES

É mais um caldo absurdo, feito em banho-maria, que se deseja apetitoso com um travo agridoce, condimentado com humor negro.
Receita inspirada em entremezes populares, no Baixo Mondego entre os anos 30 e 40 do século passado, agora retocados com aromas da cozinha beckettiana.
Bom apetite e que esteja ao vosso gosto.


Texto criado a partir da adaptação de entremezes, que foram sendo experimentados em performances realizadas no âmbito do projecto de "Teatro e Comunidade", desde o inicio do ano de 2013, tendo alguns sido agregados nesta produção.


Dramaturgia e encenação: Deolindo L. Pessoa
Actores: Carlos A. Cunha, Deolindo Pessoa, F. Capinha Lopes e Judite Maranha


Luz: Guilherme Barbosa
Apoio na Magia: Luís Rodrigues
Fotografia: Jorge Valente


Estreia em 26 de Junho de 2014, no Casino da Figueira.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

53ª produção

TRIBUTO A AFONSO DUARTE
No ano em que se celebra os 130 anos do nascimento de Afonso Duarte, o CITEC decidiu criar um espectáculo de tributo a este poeta nascido na Ereira e que dá o nome à Biblioteca Municipal.
Este espectáculo pretende ser um concerto poético envolto em momentos de conversa, onde se juntam actores, músicos e pessoas que gostam de partilhar de ideias.
Tendo por base a poesia de Afonso Duarte, que será dita, cantada e ilustrada com imagens, haverá também a abordagem de facetas menos conhecidas do homem e do pedagogo. Tudo numa viagem que se deseja onírica, envolta em imagens simples mas cativantes com música ao vivo.
Nesta produção participam actores do CITEC, a música estará a cargo de Sax & Companhia e na conversa a participação especial do Prof. António Pedro Pita.

 No Casino da Figueira conversa com o Prof. António Pedro Pita.

 Carlos A. Cunha, Judite Marana e Sax & Companhia

Sax & Companhia (Bruno Abrunheiro, João Calha,
João Jesus, Cátia Montemor, Pedro Balhau e Liliana Ferreira)


Ficha Técnica
Interpretação de poemas: Carlos A. Cunha e Judite Maranha
Interpretação musical: Sax & Companhia [Bruno Abrunheiro, Cátia Montemor, João Calha, João Jesus, Liliana Ferreira e Pedro Balhau] e Bernardino Gonçalves
Composição musical: Bernardino Gonçalves, Bruno Abrunheiro e João Calha
Arranjos musicais: Bruno Abrunheiro e João Calha
Concepção e Direcção: Deolindo L. Pessoa