UM CORAÇÃO REAL
de Luís Indruinas
Foi um projecto dirigido por Ricardo Correia, convidado para trabalhar com o CITEC, mas de que se realizou apenas uma leitura encenada.
A preparação da produção arrancou no inicio do mês de Maio e prolongou-se até ao final Julho de 2015, mas por razões externas ao grupo de trabalho a estreia foi cancelada e não se conseguiu voltar a reunir condições para a sua concretização.
Ficha técnica
Encenação de Ricardo Correia
Cenografia de Filipa Malva
Desenho de luz de Jonathan Azevedo
Interpretação de Carlos Cunha, Judite Maranha e Maria José Costa.
Leitura encenada em 25 de Julho de 2015 (dia do aniversário do CITEC).
quarta-feira, 26 de abril de 2017
domingo, 15 de novembro de 2015
Tributo nos 45 anos
Quando comemora os seus 45 anos o CITEC não podia deixar de prestar um singelo tributo a três dos seus elementos que contribuiram para o seu nascimento.
Participou na primeira apresentação do CITEC,
fazendo um entreacto entre as duas partes.
Actor na primeira produção do CITEC.
Técnico na primeira produção e
Actor na segunda produção do CITEC.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
55ª produção
PRANTOS PARDOS
Brizida Vaz que em Gil Vicente dava
as moças aos molhos e criava as meninas para os cónegos da Sé aqui é dona de um
bar de diversão nocturna, onde muitas coisas acontecem e as mulheres procuram
ganhar a vida desafiando os clientes a beber.
Branca é a mais nova todas e o alvo privilegiado de muitas iras. Tenta reagir de forma contida às situações em que se vê envolvida, mas por vezes sente-se incapaz de aguentar a situação em que se encontra por muito mais tempo. Fica mesmo à beira de abandonar os seus sonhos, por vezes.
Inês Pereira é mais rebelde e a que tenta romper com todas as normas estabelecidas. Quando obtém qualquer coisa perde logo o interesse para ela. Nunca recusa um novo desafio ou aventura, é uma insaciável e insatisfeita, que busca um mundo novo capaz de satisfazer todos os seus desejos.
Leonor Vaz é mais uma herdeira das alcoviteiras de Gil Vicente. É astuciosa e mistificadora, procura meter sempre um grão na engrenagem e sente-se bem a dizer mal de tudo e de todos. É bastante ambiciosa e considera-se melhor do que todas, capaz de realizar todos os seus desejos e agradar a toda a gente.
Mofina Mendes personifica o tipo de pessoa a quem tudo corre mal, por mais que se esforce e tente fazer tudo da forma mais adequada, de acordo com as normas vigentes. Sente-se sempre incompreendida e infeliz, nunca consegue realizar os seus desejos ou sonhos.
Nas falas e nos jogos das personagens há uma crítica social e a denúncia de males e imposturas existentes no presente e no passado. As queixas que são desfiadas são um espelho do momento, mas também um reflexo do passado e uma projecção para o futuro.
Num tom de comédia são abordados temas como a miséria, a fome, o desemprego, a emigração, o alcoolismo, entre outros, embora muitas vezes através do riso, para além de questões correntes do dia-a-dia.
Nesta produção há seis actrizes para outras tantas mulheres retiradas da obra de Gil Vicente.
Maria Parda continua uma
alcoólica, mas deixou de andar de tasca em tasca e agora é a responsável pelas
bebidas do bar de uma casa de diversão nocturna. O seu discurso saltita entre o real e o imaginário,
cruzando momentos de lucidez com outros de perfeito delírio.
Branca é a mais nova todas e o alvo privilegiado de muitas iras. Tenta reagir de forma contida às situações em que se vê envolvida, mas por vezes sente-se incapaz de aguentar a situação em que se encontra por muito mais tempo. Fica mesmo à beira de abandonar os seus sonhos, por vezes.
Inês Pereira é mais rebelde e a que tenta romper com todas as normas estabelecidas. Quando obtém qualquer coisa perde logo o interesse para ela. Nunca recusa um novo desafio ou aventura, é uma insaciável e insatisfeita, que busca um mundo novo capaz de satisfazer todos os seus desejos.
Leonor Vaz é mais uma herdeira das alcoviteiras de Gil Vicente. É astuciosa e mistificadora, procura meter sempre um grão na engrenagem e sente-se bem a dizer mal de tudo e de todos. É bastante ambiciosa e considera-se melhor do que todas, capaz de realizar todos os seus desejos e agradar a toda a gente.
Mofina Mendes personifica o tipo de pessoa a quem tudo corre mal, por mais que se esforce e tente fazer tudo da forma mais adequada, de acordo com as normas vigentes. Sente-se sempre incompreendida e infeliz, nunca consegue realizar os seus desejos ou sonhos.
Nas falas e nos jogos das personagens há uma crítica social e a denúncia de males e imposturas existentes no presente e no passado. As queixas que são desfiadas são um espelho do momento, mas também um reflexo do passado e uma projecção para o futuro.
Num tom de comédia são abordados temas como a miséria, a fome, o desemprego, a emigração, o alcoolismo, entre outros, embora muitas vezes através do riso, para além de questões correntes do dia-a-dia.
Ficha técnica
Texto: criado a partir de autos de Gil Vicente
Dramaturgia e Encenação: Deolindo L. Pessoa
Elenco: Andreia Teixeira (Leonor Vaz), Ângela Frota (Mofina Mendes), Carlos A. Cunha (Montalvão), Joana Macias (Inês Pereira), Judite Maranha (Maria Parda), Maria São José (Brizida Vaz) e Vanessa Marques (Branca).
Cenografia e Figurinos: Filipa Malva | Desenho de Luz: Guilherme Barbosa | Sonoplastia: A. Leal | Apoio na Coreografia: Leonor Barata | Design gráfico: Vanessa Marques | Fotografia: Jorge Valente | Direcção técnica: Guilherme Barbosa | Montagem e operação técnica: Carlos Mendes, Guilherme Barbosa e Hugo Maranha | Costureiras: Lucilia Neto, Né Pessoa e Rosinda Pessoa | Direcção de cena: Carlos A. Cunha e F. Capinha Lopes | Produção executiva: F. Capinha Lopes
Produção: CITEC 2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Balanço de 2014
33 sessões realizadas com produções próprias.
Nº de dias de ensaios e espectáculos por mês.
Sessões no Teatro Esther de Carvalho
Nº de representações em 2013 e 2014
domingo, 29 de junho de 2014
54ª produção
FARSANTES & FINGIDORES
Estreia em 26 de Junho de 2014, no Casino da Figueira.
É mais um caldo
absurdo, feito em banho-maria, que se deseja apetitoso com um travo agridoce,
condimentado com humor negro.
Receita inspirada em
entremezes populares, no Baixo Mondego entre os anos 30 e 40 do século passado,
agora retocados com aromas da cozinha beckettiana.
Bom apetite e que esteja
ao vosso gosto.
Texto criado a partir da adaptação de entremezes, que foram sendo experimentados em performances realizadas no âmbito do projecto de "Teatro e Comunidade", desde o inicio do ano de 2013, tendo alguns sido agregados nesta produção.
Dramaturgia e encenação: Deolindo L. Pessoa
Actores: Carlos A. Cunha, Deolindo Pessoa, F. Capinha Lopes e Judite Maranha
Luz: Guilherme Barbosa
Apoio na Magia: Luís Rodrigues
Fotografia: Jorge Valente
Estreia em 26 de Junho de 2014, no Casino da Figueira.
quinta-feira, 1 de maio de 2014
53ª produção
TRIBUTO A AFONSO DUARTE
No ano em que se celebra os 130 anos do nascimento de Afonso Duarte, o CITEC decidiu criar um espectáculo de tributo a este poeta nascido na Ereira e que dá o nome à Biblioteca Municipal.
Este espectáculo pretende ser um concerto poético envolto em momentos de conversa, onde se juntam actores, músicos e pessoas que gostam de partilhar de ideias.
Tendo por base a poesia de Afonso Duarte, que será dita, cantada e ilustrada com imagens, haverá também a abordagem de facetas menos conhecidas do homem e do pedagogo. Tudo numa viagem que se deseja onírica, envolta em imagens simples mas cativantes com música ao vivo.
Nesta produção participam actores do CITEC, a música estará a cargo de Sax & Companhia e na conversa a participação especial do Prof. António Pedro Pita.
Interpretação de poemas: Carlos A. Cunha e Judite Maranha
Interpretação musical: Sax & Companhia [Bruno Abrunheiro, Cátia Montemor, João Calha, João Jesus, Liliana Ferreira e Pedro Balhau] e Bernardino Gonçalves
Composição musical: Bernardino Gonçalves, Bruno Abrunheiro e João Calha
Arranjos musicais: Bruno Abrunheiro e João Calha
Concepção e Direcção: Deolindo L. Pessoa
No ano em que se celebra os 130 anos do nascimento de Afonso Duarte, o CITEC decidiu criar um espectáculo de tributo a este poeta nascido na Ereira e que dá o nome à Biblioteca Municipal.
Este espectáculo pretende ser um concerto poético envolto em momentos de conversa, onde se juntam actores, músicos e pessoas que gostam de partilhar de ideias.
Tendo por base a poesia de Afonso Duarte, que será dita, cantada e ilustrada com imagens, haverá também a abordagem de facetas menos conhecidas do homem e do pedagogo. Tudo numa viagem que se deseja onírica, envolta em imagens simples mas cativantes com música ao vivo.
Nesta produção participam actores do CITEC, a música estará a cargo de Sax & Companhia e na conversa a participação especial do Prof. António Pedro Pita.
No Casino da Figueira conversa com o Prof. António Pedro Pita.
Carlos A. Cunha, Judite Marana e Sax & Companhia
Sax & Companhia (Bruno Abrunheiro, João Calha,
João Jesus, Cátia Montemor, Pedro Balhau e Liliana Ferreira)
João Jesus, Cátia Montemor, Pedro Balhau e Liliana Ferreira)
Ficha TécnicaInterpretação de poemas: Carlos A. Cunha e Judite Maranha
Interpretação musical: Sax & Companhia [Bruno Abrunheiro, Cátia Montemor, João Calha, João Jesus, Liliana Ferreira e Pedro Balhau] e Bernardino Gonçalves
Composição musical: Bernardino Gonçalves, Bruno Abrunheiro e João Calha
Arranjos musicais: Bruno Abrunheiro e João Calha
Concepção e Direcção: Deolindo L. Pessoa

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